Esportes
Jogos beneficentes reúnem amigos e ex-atletas em Itaipulândia
Edição: 1842 - 18/12/2014

Equipes envolvidas no jogo beneficente
Jogos beneficentes reúnem amigos e ex-atletas em Itaipulândia



Jogadores de futebol de renome nacional participaram no dia 12 de dezembro de um jogo beneficente com equipes que disputam o Campeonato Municipal de Itaipulândia. O ingresso do jogo custou dois quilos de alimento não perecível com direito a almoço a base de churrasco e saladas. Toda arrecadação será repassada nos próximos dias às famílias carentes do município, proporcionando assim um Natal e um início de ano mais feliz à essas pessoas.

O evento contou com o apoio da Policia Militar, Prefeitura, Câmara de Vereadores e voluntários. O destaque do evento foi a presença dos ex-jogadores China (Grêmio), Edson Bastos (Coritiba), Cabral (Sport Recife), Zé Nei (Ponte Preta), Lelo (Atlético Paranaense) e Café (Corinthians). Após o almoço foi realizado sorteio de brindes. Antes do jogo principal, houve uma partida preliminar envolvendo meninos das escolinhas de futebol de Missal e Itaipulândia. (Assessoria)

 




Esportes
COMENTANDO - Por João Hermes
Edição: 1842 - 18/12/2014



Será que a “bolha” do futebol estourou?

 

Não sei exatamente como descrever o ano de 2014. Talvez você encontre algo melhor lendo o resumo básico do que foi para o esporte agora que estamos no fim da temporada. Mas o que se espera para 2015, são novas ações, a começar pela parte administrativa e gerencial dos clubes, uma vez que já se fala que a “bolha” do futebol estourou.

Se houve ou não bolha, o que se pode dizer é que os clubes investiram na contratação de jogadores com salários absurdamente para os padrões brasileiros,  sem ter caixa para cumprir as obrigações e agora se voltam para economizar, montando equipes de qualidade técnica discutível e definindo um teto salarial que manterá longe nomes de maior peso.

Algumas exceções se podem observar nesse fim de temporada e que tem tudo para se manter em alta no ano que vem. É o caso da dupla mineira. Cruzeiro e Atlético se prepararam para as competições com contratações viáveis, com espírito de grupo e tecnicamente bem encaixada com todos os jogadores. E isso deu resultado. O campeonato brasileiro e a Copa do Brasil ficaram em Minas.

Alguns dirigentes estão tentando impor uma base salarial dentro dos clubes, no entanto, não conseguem se livrar de outras contratações do passado, pagas com muito dinheiro e resultados pífios.

Mas quase todos esses mesmos dirigentes se afinaram num discurso comum: apostar mais nas categorias de base. Aliás, e a história confirma que os clubes brasileiros que formaram seus times nas categorias de base, se deram bem. Tanto nas competições quanto na hora de negociar com o exterior. O problema é que esqueceram disso. Passaram a contratar jogadores que muitas vezes já não produziam tanto quanto se esperava deles. Era só dinheiro que saía do caixa e nada de resultados em campo. Então pode ser mesmo que a bolha estourou. Ou os dirigentes acordaram para a realidade. O torcedor é um cara inteligente. Ele sabe que quando seu time está bem, ganhando jogos, merece seu apoio. De nada adiante ir ao estádio, pagar caro pelo ingresso e ver um time medíocre em campo. E isso o torcedor não faz mais. Ele não deixa de torcer pelo time, mas não vai gastar dinheiro a toa.




Esportes
OS ALTOS E BAIXOS DAS COMPETIÇÕES ESPORTIVAS DE 2014
Edição: 1842 - 18/12/2014

OS ALTOS E BAIXOS DAS COMPETIÇÕES ESPORTIVAS DE 2014

O ano de 2014 foi recheado de eventos esportivos. E se algumas vezes nos decepcionamos, outras vivemos intensa alegria com as conquistas dos brasileiros pelo mundo afora. Ainda assim, algumas marcas deverão permanecer por muito tempo em nossas memória

Copa do mundo – Todos nós esperávamos um final diferente, afinal, estávamos contando com o treinador campeão mundial de 2002 que retornara com a aura de ter suportado todas as críticas naquela época, mas montara um time vencedor. A esperança dos brasileiros era tanta que a liberdade por parte de alguns órgãos de comunicação, chegou a interromper treino para gravar quadros de programas de variedades.

Mas foi só começar a competição que percebemos a fragilidade de uma equipe emocionalmente descontrolada e dependente de um só homem: Neymar.

Foi chocante para os filhos da “pátria de chuteiras” deixar a competição com um humilhante 7 x 1 para a Alemanha, que nitidamente estava à vontade e que poderia ter ampliado em muito esse placar. E como um castelo de areia, nossa esperança se transformou em indignação. Não entendemos até hoje porque isso aconteceu ainda mais em tais circunstâncias.

E na final, com uma Copa organizada no Brasil, vimos nosso tradicional rival, a Argentina, decidir o título com os alemães, que merecidamente, sagraram-se campeões. Muito chopp para comemorar o título da Alemanha.

Dunga volta – Mesmo os que o criticaram no mundial da África do Sul, a contra gosto o aceitam novamente pois acreditam que é preciso reorganizar, impor com mão de ferro uma disciplina geral, dentro e fora de campo. O fato é que a volta de Dunga no comando da seleção brasileira após o fracasso na Copa, surpreendeu a todos. Se vai ou não mudar seu estilo, tipo bateu levou, Dunga parece ter aprendido a lição e até agora se manteve calmo. Até os resultados foram interessantes, com 100% de aproveitamento. Mas, quanto tempo isso vai durar?

Mineiros – Dizem que o mineiro é do tipo “come quieto”, sempre pelas beiradas, sem fazer algazarra. Pode até ser verdade. E isso se comprovou no desempenho de Cruzeiro e Atlético que abocanharam os principais títulos do futebol nacional na temporada. Campeão com duas rodadas antes do fim, o Cruzeiro tornou-se bi-campeão brasileiro de futebol, na competição que reúne dos 20 melhores clubes do Brasil. E com um futebol jogado com alegria, dentro e fora de seus domínios, sempre prá frente. De quebra, o Cruzeiro finca raízes na Libertadores e mantém um grupo forte, agora com mais experiência para tentar alcançar o título sulamericano.

Já o Galo mineiro, mostrou força de recuperação. Por duas vezes enfrentou adversários que souberam vencer e no jogo da volta tudo indicava que não seria possível. E mandando os jogos no Estádio Independência, considerado sua casa, o Atlético-MG fez prevalecer sua força e de sua torcida, virando situações incríveis contra Corinthians e Flamengo. O título decidido contra o Cruzeiro fez prevalecer essa garra. E o título de campeão ficou em boas mãos.

Tubarão – Nas tranqüilas águas paranaenses, em 2014 não teve prá peixinho nenhum. Deu Tubarão. O Londrina ficou com o título de campeão paranaense depois de uma brilhante campanha, superando até mesmo os times da capital. O Estádio do Café tornou-se uma verdadeira arapuca para os adversários. E na final, melhor ainda, um “clássico do café” para ver quem manda no Estado. E deu Londrina diante do Maringá. A força do futebol do interior esse ano dá um alento que pode-se melhorar ainda mais a qualidade técnica do futebol pé vermelho.

Papa Francisco – O que tem ele a ver com futebol? Tudo. Não é por ser padre e hoje está ocupando o “trono de Pedro” que ele deixa de lado suas preferências futebolísticas. Torcedor fanático do San Lorenzo da Argentina, o pontífice viu sua equipe ganhar o inédito título de Campeão da Libertadores. Festa argentina e no Vaticano.

 

VELOCIDADE

Hamilton – O inglês encontrou pela frente, um forte adversário nessa temporada da Fórmula 1: dentro de sua própria equipe. É interessante ver que a Mercedes não proibiu seus pilotos de disputarem ponto a ponto cada corrida, ao contrário, incentivou e pediu apenas que evitassem situações em que ambos pudessem ficar fora de uma corrida. E assim, Lewis Hamilton e Nico Rosberg, disputaram até a última prova o título da temporada. E deu Hamilton. Para os brasileiros, a boa performance de Felipe Massa nas últimas provas, dá uma esperança maior de que em 2015 a Williams posse ter um carro competitivo e o brasileiro volte a vencer corridas.

Barrichello – Precisou voltar ao Brasil para ser campeão. Depois de tantos anos correndo na Fórmula 1e com uma Ferrari na mão, o brasileiro não teve a chance de ser campeão. À sua frente estava sempre Schumacher e quando não estava, era obrigado a deixá-lo passar. Agora na Stock Car, Rubinho mostrou que é um piloto de qualidade técnica apurada e conquistou um título que deixou seus fãs vibrando. Mas aquela piadinha de sempre que envolve o piloto não deve terminar tão cedo. Afinal, somos chegados a tirar uma “casquinha”.

 

NATAÇÃO

Gigantes da água - Com dez medalhas (sete de ouro, uma de prata e duas de bronze), dois recordes mundiais e o primeiro lugar no quadro de medalhas, a natação brasileira deixou o Mundial em Piscina Curta de Doha, no Qatar, mais confiante do que nunca. Mesmo que em uma piscina de 25 metros (a olímpica tem 50 metros), um desempenho como este, a um ano e oito meses dos Jogos do Rio, e em uma competição de alto nível, é mais do que bem-vindo. Felipe França com cinco medalhas de ouro e Etiene Medeiros (a primeira mulher a conquistas Medalha de ouro e bater o recorde mundial) nos mostram que o potencial brasileiro nessa modalidade pode superar até mesmo os grandes de outros países.

Com investimento certo e treinamento nos melhores centros especializados do mundo, o resultado é um só: medalha.

 

VOLEI

Ano sem título - As meninas do vôlei brasileiro foram surpreendidas na semifinal do Mundial, sofrendo uma derrota inesperada frente a brilhante campanha até então na Itália. E nem mesmo a medalha de bronze serviu de consolo. Essa geração vitoriosa sentiu o impacto ao perder o jogo para as norte-americanas que fizeram a final diante das chinesas e venceram o mundial.

Já no masculino, a vez foi dos poloneses. E perdemos duas vezes para eles. Na terceira fase, ainda como grupos, perdemos por 3 x 2 e na final a derrota foi por 3 x 1. Uma festa impressionante do torcedor polaco que não deixou para menos se comparado a outros centros da modalidade que leva milhares de torcedores aos ginásios esportivos.

 

 (João Hermes) 



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OS ALTOS E BAIXOS DAS COMPETIÇÕES ESPORTIVAS DE 2014



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